sexta-feira, 5 de dezembro de 2008



EXPO - DREP

segunda-feira, 24 de novembro de 2008


ENCONTRO DO DIA 20/11/2008


É chegada a hora de nos despedir...

No último encontro realizamos uma oficina com a tutora Valquíria e com a cursista Giselle. Confeccionamos um livro de dobraduras que ficou um barato!!!

Veja:





Terminamos o encontro da melhor maneira possível...

marcando a confraternização de encerramento!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

ENCONTRO - 13/11/2008

Apreciação do Portifólio e debate sobre encontros anteriores.

Os cursistas se reuniram para ler e discutir sobre a montagem dos portifólios. Vimos então como são criativos nossos colegas!!! Puxa! Foi muito bom compartilhar com os colegas de curso nossas dificuldades e superações, pois para muitos foi o primeiro contato com o mundo virtual dos blogs...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008




Pontos de vista

Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de português quando estourou a discussão.
- Esta história já começou com um erro - disse a Vírgula.
- Ora, por quê? - perguntou o Ponto de Interrogação.
- Deveriam me colocar antes da palavra “quando” - respondeu a Vírgula.
- Concordo! Disse o Ponto de Exclamação. - O certo seria: “Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português, quando estourou a discussão”.
- Viram como eu sou importante? - disse a Vírgula.
- E eu também - comentou o Travessão. – Eu logo apareci para o leitor saber que você estava falando.
- E nós? - protestaram as Aspas.
- Somos tão importantes quanto vocês. Tanto que, para chamar a atenção, já nos puseram duas vezes neste diálogo.
- O mesmo digo eu - comentou o Dois Pontos. - Apareço sempre antes das Aspas e do Travessão.
- Estamos todos a serviço da boa escrita! - disse o Ponto de Exclamação. - Nossa missão é dar clareza aos textos. Se não nos colocarem corretamente, vira uma confusão como agora!
- Às vezes podemos alterar todo o sentido de uma frase - disseram as Reticências. - Ou dar margem para outras interpretações...
- É verdade – disse o Ponto. – Uma pontuação errada muda tudo.
- Se eu aparecer depois da frase “a guerra começou”- disse o Ponto de Interrogação – é apenas uma pergunta, certo?
- Mas se eu aparecer no seu lugar – disse o Ponto de Exclamação – é uma certeza: “A guerra começou!”
- Olha nós aí de novo – disseram as Aspas.
- Pois eu estou presente desde o comecinho – disse o Travessão.
- Tem hora em que, para evitar conflitos, não basta um Ponto, nem uma Vírgula, é preciso os dois – disse o Ponto e Vírgula. – E aí entro eu.
- O melhor mesmo é nos chamarem para trazer paz – disse a Vírgula.
- Então, que nos usem direito! – disse o Ponto Final. E pôs um fim à discussão.

Conto de João Anzanello Carrascoza
Encontro – 06/11/2008


Neste encontro, percebemos a importância do conhecimento prévio que carregamos conosco. Não só conhecimentos escolares, mas também àqueles que aprendemos na vida em sociedade. Para escrever bem, é preciso ler muito, viajar mesmo que seja somente no mundo da imaginação.

Quem lê está em contato com quem escreveu o texto, com as idéias de uma ou de várias pessoas. E recorre às próprias idéias para conferir o que conhece sobre um assunto, para criticar ou concordar com o autor. Portanto, a leitura só desperta interesse quando interage com o leitor, quando faz sentido e traz conceitos que se articulam com as informações que já se tem.

LER POR PRAZER...
Existe coisa mais divertida do que ler para crianças? Magia, fantasia e imaginação são apenas alguns dos elementos presentes nesses momentos, muitas vezes inesquecíveis. Por que, então, as escolas formam tão poucos leitores e o gosto pelos livros ainda é (quase) uma raridade em nosso país? Todos os estudos apontam que o vilão da história é sempre o mesmo: misturar a literatura com atividades didáticas. “Com razão, os estudantes não gostam quando precisam fazer resumos ou preencher fichas após a leitura fé um romance ou um conto”. Quando passamos a exigir tarefas relacionadas às leituras realizadas, o prazer de ler perde o sentido. O correto é apenas trocar idéias e privilegiar a construção de sentido dos textos, estabelecendo relações com a realidade dos alunos.