terça-feira, 4 de novembro de 2008


4º Encontro – 17/04/2008


* Dinâmica realizada: “Blá, Blá, Blá...”
* Tema abordado: Interação, Linguagens e Textos.
* Variantes lingüísticas

Língua: Sistema de signos ou de sinais significativos. Veículo de comunicação, forma de interação sobre os outros e com o mundo (atuação social).


Signos: Todo e qualquer sinal que representa um objeto e se opõe a outros signos que, juntamente com ele constitui-se um sistema significativo.


* Apresentação da obra: ABAPORU – Tarsila do Amaral (Modernismo)

à Significa o homem que come.
Que palavra vem dessa leitura?
* pobre * terra * esforço
* trabalho * rural * resistência

Exposição do filme: Cine Gibi 2 – Chico Bento. Qual é a leitura que faço dessa palavra?
* caipira * simples * feliz
* rural * ingênuo

* Trabalho Pessoal:

1) Quando falo quais personagens eu trago para o meu discurso?
Minha fala reflete muito o que aprendi com minha mãe. Sou autoritária, falo alto e muitas vezes sem pensar. Percebo que por várias vezes repito ditados populares que minha mãe me dizia quando era pequena.


2) Qual sombra meu discurso deixa para o outro?
Tento deixar a sombra da autenticidade. Procuro ser única e verdadeira para conquistar a confiança dos meus alunos e também das pessoas com quem convivo.


3º Encontro – 10/04/2008


* Tema: Variação Lingüística
* Como eu falo? Como minha fala se apresenta para o outro?


VÍCIO NA FALA

Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha teia
Para telhado teiado
E vão fazendo telhados.
Oswald de Andrade



* Leitura Compartilhada: “ A moça tecelã.”( Marina Colassanti )
* Estudo: “Vício na Fala.”
· Como eu falo?
· Como minha fala se apresenta para o outro?

As pessoas mais próximas dizem que o tom da minha voz indica autoritarismo. Trago em minha fala uma influência muito grande da fala da minha mãe, que é nordestina e tem um jeito mais áspero de falar. Utilizo alguns ditados populares, principalmente quando estou corrigindo meus filhos.
Quando estou em sala de aula procuro falar da forma mais “correta”, não utilizo e nem gosto de gírias. Respeito e aproveito os regionalismos existentes para trabalhar as diversidades culturais.



* Trabalho pessoal: Descrição de variantes lingüísticas encontradas em sala de aula.

A variante lingüística analisada foi encontrada em uma aluna da Educação Infantil – 1º ano, e se chama ANA LETÍCIA PEREIRA DE SOUSA. Ana Letícia morava em Colinas – MA e veio para Brasília no início deste ano. Fala de maneira tranqüila e pausada. Apresenta sotaque nordestino e usa algumas palavras típicas da região, por exemplo: “óxente”, “muié”, entre outras expressões muitas vezes engraçadas.
A aluna não tem contato com o pai, o mesmo só a visitava quando ela ainda era bebê. Ana Letícia vive com a mãe, dois irmãos e a tia. Assim como as outras crianças, adora brincar no pula-pula e assistir aos espetáculos do circo que raramente passa na sua cidade, que fica no interior do estado.
A pequena Ana Letícia adora se comunicar com os colegas, é extrovertida, curiosa e participa ativamente das atividades orais e escritas. Gostaria muito de concluir o ensino fundamental na Escola Classe 06, onde já fez muitos amigos.


CURIOSIDADES...


Até bem pouco tempo atrás, acreditava-se que a linguagem era desenvolvida com a convivência e com a educação. Agora , isso está mudando. As psicólogas Susan Goldin e Carolyn Mylander, da Universidade de Chicago, Estados Unidos, garantem que a capacidade de comunicação é inata. As pesquisadoras dizem que ela não depende de origem étnica, geográfica ou cultural. Está programada no cérebro desde o nascimento. A educação apenas torna essa habilidade mais complexa e sofisticada.
Uma experiência feita com crianças surdo-mudas chinesas e americanas avaliou a forma como elas se comunicam com suas mães. Por incrível que pareça, elas usaram os mesmos gestos: para mostrar que querem brincar, elas apontam para si mesmas; para pedir ajuda, apontam para a mãe; e para indicar como se estoura a bolha de sabão, batem palmas.
Revista Nosso Amiguinho – agosto de 1998



2º Encontro – 03/04/2008


* Quem é o professor de Língua Portuguesa?
A Língua Portuguesa está intimamente ligada ao nosso cotidiano. É praticamente impossível desmembra-la das outras áreas do conhecimento. Quando somos bebê temos o primeiro contato com a língua portuguesa através da oralidade.
Logo depois do desenvolvimento da fala passamos a nos comunicar também pela escrita, o que facilita nosso contato com as outras ciências.
Enfim, qualquer disciplina ministrada parte da comunicação que você estabelece a partir da Língua Portuguesa. Ou seja, todos nós somos também professores de português.
O que seria da matemática sem o português para interpretarmos os problemas, as sentenças...?


RELATOS REFLEXIVOS DOS TEMAS DISCUTIDOS


1º Encontro – 27/03/2008


* Aula inaugural.
* Como constitui o professor que sou hoje?
Através de observação, estudo e muita vontade de transmitir às crianças ensinamentos e valores capazes de contribuir para a formação de seus pensamentos e idéias.



“Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
Tem mil faces secretas sob a face neutra
E te pergunta, sem interesse pela resposta,
Pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?”
Carlos Drummond de Andrade
APRESENTAÇÃO




O sucesso profissional requer dois fatores fundamentais para qualquer profissão: embasamento teórico e a prática. Através de cursos e da elaboração de trabalhos como o “Portifólio”, aperfeiçoamos-nos e tornamos mais eficaz nosso trabalho prático.
Este portifólio foi elaborado durante a realização do curso de “Alfabetização e Linguagem. O curso foi ministrado pela tutora Valquíria Pereira, com início em 25 de março e término em 02 de dezembro de 2008. Durante o curso realizamos trabalhos individuais e coletivos, trocamos experiências e fizemos o estudo de 8 fascículos referentes ao módulo II. Além disso participamos do I e II Fórum, realizados com alguns autores e especialistas em literatura infantil.
No Portifólio armazenamos atividades desenvolvidas no curso e em nossas salas de aula, onde pudemos observar que a “Alfabetização e a Linguagem” são as maiores riquezas, e talvez por isso, a maior complexidade do homem.